Aprenda inglês para fazer amigos em qualquer país do mundo

O conhecimento do inglês é garantia de sucesso para a sua viagem internacional


É uma pena que ainda muitos brasileiros ainda não tenham entendido a importância que o idioma inglês tem nos mais diversos países,no conhecimento científico e também no exercício das mais diferentes profissões.
Muitas vezes, quem mora no Brasil, conhece muito bem o português, valorizando o nosso idioma, o que é muito positivo, tanto para as pessoas como na identidade nacional. No entanto, a língua que mais exerce influência no mundo é o inglês, que continua sendo o mais falado entre todos os países do mundo.
Imagem: http://www.viajarpelomundo.com/2009/05/nova-york-boa-pedida-em-qualquer-epoca.html

O segundo idioma mais falado é o francês, mas com uma frequência bem menor do que o inglês. Se for considerado o número de falantes em um só país, enquanto língua materna, o mais falado do mundo seria o mandarim, falado na China. Como a China é o maior país do mundo, em termos populacionais, o madarim passa a ser o mais falado.

Mas se for considerado o idioma como língua estrangeira ou segunda língua de um país, o inglês é o mais popular e difundido por todos os continentes.

Mesmo com a atual expansão do espanhol, ainda não há comparação entre a influência dos dois. O inglês está cada vez mais forte e a posição que ocupa se deve ao domínio econômico exercido pelos Estados Unidos no mundo atual e pelo poder político exercido pela Inglaterra no passado. Na história o idioma mais falado está ligado à cultura e ao poder das nações mais influentes, o que fez com que o francês fosse muito falado no século dezenove.

Para facilidade de comunicação em diversas situações, quando viajamos é essencial que saibamos uma língua estrangeira. Já que o inglês é o idioma mais falado, o investimento na aprendizagem do inglês vai se revelar muito compensador, porque vai fazer com que qualquer viagem ao exterior possa ser muito melhor aproveitada.

Ao visitar um país estrangeiro, podemos aprender mais sobre os pontos turísticos que visitamos, conhecendo o inglês. Na maioria dos países, os sinais indicativos, os cartazes, os avisos e outras comunicações estão em inglês. Há países que falam vários idiomas, como a Suíça, onde se fala alemão, francês, italiano e inglês. Se você não falar os três primeiros idiomas, em inglês poderá se fazer entender em todos os lugares. Sem conhecer esses idiomas vai ficar difícil escolher um prato em restaurantes, entender as atrações, pedir uma informação.

Não saber falar inglês causa até receio em viajar ao exterior para brasileiros que só falam português. Esse problema causa uma limitação, impedindo que se avance no conhecimento que é tão necessário, tanto culturalmente, quanto profissionalmente.

Quem conhece o inglês pode se virar bem em qualquer lugar do mundo, mesmo onde ele não é a língua oficial. Sem o inglês é preciso muito bom humor e criatividade para conseguir se comunicar pelo mundo. Mesmo que a intenção do turista não seja ficar conversando com as pessoas do local, o inglês será necessário para pedir informações, pedir um produto, solicitar um serviço, pedir ajuda, etc. Se a intenção é estabelecer amizades, então a dificuldade será real.

Sem conhecer o inglês é possível viajar para o exterior se você estiver disposto a pagar uma excursão, promovida por uma agência brasileira, que forneça guias que falem português. Mas saiba que isso vai custar pelo menos 30% do que uma viagem que você programa e compra por conta própria.

Sempre é bom lembrar que uma viagem também envolve aprendizagem. Aprender um novo idioma como o inglês com certeza vai contribuir para expandir seus horizontes e trazer elementos novos e valiosos para sua vida.

Imagem: http://www.behappynow.com.br/como-viajar-sem-falar-outro-idioma/

Mesmo que você ainda não tenha um inglês fluente, saber um pouco é melhor do que nada. Se você for aos Estados Unidos, por exemplo, e estiver procurando o Central Park em Nova York, como pediria ajuda e explicações sem falar inglês? Por meio de gestos seria difícil. Sem conhecimentos de inglês você pode tentar mímica ou desenhar na hora de pedir ajuda, mas muito das informações se perdem e até mal entendidos podem surgir.

Mudanças no visto para os EUA

Viajar para os Estados Unidos é o sonho de milhares de brasileiros, mas muitas pessoas ainda ficam confusas ao iniciar o processo de requerimento do visto. Isso porque as etapas exigem calma e paciência, como o preenchimento do DS-160, com diversas perguntas que nem sempre sabemos responder corretamente, ou então o nervosismo na hora da entrevista para a concessão do visto americano.

Para facilitar a vida dos brasileiros, que se tornaram grandes consumidores dos produtos americanos e de sua cultura, em abril de 2012 foram feitas algumas mudanças bastante significativas em todas as etapas do processo, visando menores filas e menos confusão para os turistas.

Visto americano
Mudanças no processo de visto para os Estados Unidos prometem diminuir o tempo de espera

Pagamento da taxa de solicitação

Ao contrário do que ocorria antigamente, quando era preciso pagar diversas taxas separadamente, agora todas elas estão unificadas em uma só. Dessa forma, não é mais necessário pagar a taxa de agendamento no valor de R$38 para agendar a entrevista e depois fazer o pagamento da taxa de solicitação de visto em uma agência do Citibank, nem pagar a taxa de envio de passaporte caso seu visto seja aprovado.

Todas essas taxas hoje fazem parte de uma espécie de pacote, a MRV (Taxa de Solicitação de Visto). No valor de $160, este é o primeiro passo do processo, e ao pagar a MRV você já estará liberado para fazer o agendamento.

Entrevistas para obtenção do visto

A segunda mudança no visto para os EUA é quanto ao número de entrevistas: antes todas as pessoas (com poucas exceções), precisavam se dirigir aos consulados ou embaixada no Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Brasília para uma única entrevista em que seria ou não concedido o visto.

Agora, há duas entrevistas. A primeira é feita nos centros de atendimento que foram criados nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Recife, onde são coletados dados biométricos (foto e impressão digital) daqueles que estão solicitando o visto, com funcionamento todos os dias da semana.

A segunda parte da entrevista ocorre nos mesmos locais de antes, mas agora aqueles que vão apenas renovar seu visto não precisam comparecer ao consulado ou à embaixada, diminuindo o tamanho das filas, a demora até a entrevista e também o tempo de agendamento.

Formas de pagamento

Talvez uma das melhores mudanças feitas é a possibilidade de pagar a taxa de solicitação por meio de cartão de crédito, boleto bancário ou dinheiro, quando antes só havia a possibilidade do pagamento da taxa com dinheiro. Se for pagar com cartão de crédito, você não precisa se dirigir a uma agência bancária; basta fazer o pagamento no site do agendamento ou por telefone.

Com essas mudanças, veja o passo a passo atualizado para tirar seu visto para os EUA:

1- Preencha o formulário DS-160 no site https://ceac.state.gov/genniv/. Você deve fazer todo o preenchimento em inglês, até mesmo quando se tratar de endereço ou local de ensino. Procure responder tudo com informações atuais, porque a qualquer sinal de divergência entre os dados informados e os reais, seu visto será automaticamente negado. Não se esqueça de anexar ao formulário uma foto digitalizada, em formato 5×5.

2- Pague a taxa de solicitação de visto, que custa $160 para vistos B1/B2, M, J, TN, TD, F, I e C1/D. No site do agendamento ou por telefone é possível fazer o pagamento com cartão de crédito. Com boleto bancário ou dinheiro, pague a taxa numa agência Citibank.

3- Agende sua entrevista pelo site http://brazil.usvisa-info.com ou pelo call center. Tenha em mãos o número do código de barras do seu DS-160 e o recibo de pagamento da taxa MRV, além do número do seu passaporte. Esse agendamento permite que você escolha a data das duas entrevistas que serão realizadas.

4-      Vá ao Centro de Atendimento ao Solicitante de Visto (CASV) na data agendada, para que seus dados biométricos sejam coletados. Neste dia, é preciso levar o passaporte e a página de confirmação do formulário DS-160.

visto EUA
Se você tiver mais de um passaporte, certifique-se de que está utilizando aquele mais atual

Pessoas com mais de 66 anos ou menos de 15 não precisam passar pela coleta de impressões digitais, apenas entregar no CASV uma foto 5×7 e a página de confirmação do DS-160, pessoalmente ou através de um representante.

5- Caso seja necessário comparecer à segunda entrevista, na embaixada ou nos consulados, leve consigo o passaporte válido e a página de confirmação onde há o código de barras do DS-160.

Se você tiver menos de 16 anos ou mais que 65, não precisa ir a essa entrevista, a menos que a embaixada ou consulado achem necessário.

6- Depois de todas estas etapas, caso o visto seja aprovado, você receberá em sua casa, em poucos dias, seu passaporte com a permissão para entrada nos Estados Unidos, aí então é só arrumar as malas e se preparar para conhecer um dos países mais incríveis do mundo!

Itália, Esqui de Fundo na praia

Riccione aproveitou a onda de frio polar e, com grande genialidade levou o esqui até as praias da cidade. A areia das praias cobertas de neve com cerca de 30-40 centímetros, deu a possibilidade de praticar o esqui de fundo. Graças à geminação da cidade com Cortina d’Ampezzo existem instrutores da região de Cortina, os quais dão lições de esqui de fundo com técnicas básicas e clássicas, diretamente na praia!
A técnica de esqui de fundo se baseia em avançar na neve com esquis e bastões, em terreno plano e com subidas e descidas leves. Infelizmente, o vento forte que chegou do mar, limitou um pouco o esporte, mas as pessoas não perderam o entusiasmo.

Riccione
Estruturas balneárias na praia cobertas de neve

Finalmente,  uma maneira diferente de lidar com o inesperado, procurando trazer atrativos para dias frios, com criações de sinergias importantes que talvez puderam se revelar um verdadeiro método de trabalho na indústria do turismo italiano.  Pra não falar da solidariedade: metade dos rendimentos arrecadados com as lições de esqui, será doado em beneficio das pessoas prejudicadas com o mau tempo.

Uma iniciativa que demonstra como a região da Romagna é capaz de explorar qualquer situação, boa ou ruim, quente ou frio para levar novas idéias que visem obter a atração turística sem nenhum custo!
Pra quem não conhece Riccione, aqui vai uma pequena ilustração sobre a região.
Geograficamente está situada na parte sudeste da Emilia Romagna, na costa do Adriático. Com seus 35.543 habitantes é o município mais populoso da província de Rimini, que fica a apenas 15 quilômetros.

É uma das principais metas de férias de verão para os italianos que moram na parte norte e centro da Itália. O motivo não é um mar azul e maravilhoso, mas a organização e o serviço impecável dedicado ao turista. Oferece cerca de 150 resorts e 460 hotéis, o local é muito procurado pelos jovens, onde a diversão nunca pára, mesmo à noite, mas também para famílias com crianças. Festas em discoteca, espetáculos e um carnaval famoso com desfiles na ruas. O lugar apresenta um clima ameno, com um verão ventilado e um inverno que não desce quase nunca de 8°C / 7°C. A quantidade de neve que está caindo por toda a região nesses dias, é um fenômeno realmente inesperado.

3 dicas para economizar na Lua de mel

Qual é seu destino
Qual é seu destino?

O destino da lua de mel é uma das maiores preocupações do casal, além da organização do casamento. As opções, sejam nacionais ou internacionais são diversas e para todos os gostos. E como os gastos com a cerimônia e a festa são altos, o Zankyou traz 3 dicas para que a lua de mel caiba no bolso do casal.

1 – Viajar de Carro

As passagens de avião são, sem dúvida, um dos maiores gastos da viagem dos noivos, principalmente quando são para lugares distantes. Se o orçamento está justo e não querem deixar passar o momento da lua de mel, uma viagem de carro pode ser uma ótima opção. O Brasil está cheio de opções de destinos, seja no seu Estado ou mesmo em países vizinhos. E para quem vive no sul do Brasil, o Uruguai é um destino incrível.

Crédito: Rafael Porto
Crédito: Rafael Porto

2 – Casar fora da alta temporada

Quando se pensa na lua de mel é bom levar em conta o mês do casamento e que temporada será no lugar onde pretendem ir. Ou se o primeiro que vem na cabeça é o destino da lua de mel, marque a data levando em consideração se o destino desejado está ou não em alta temporada.

3 – Incluir a viagem de lua de mel em cotas na lista de casamento

Com a lista  de casamento online, como a do Zankyou, o casal poderá ter o valor dos presentes oferecidos pelos seus convidados convertidos em dinheiro para gastar como quiserem. E com esse dinheiro poderá ter mais liberdade para escolher o destino da lua de mel. Dessa forma a sua viagem de núpcias pode ser muito econômica e até mesmo grátis!

Lista de casamento
Lista de casamento
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